![]() |
MOBILIZAÇÃO
NACIONAL O ANDES-SN é uma das entidades que articulam o movimento e convoca todos os docentes a participarem das manifestações que estarão sendo realizadas durante a semana. “Se a luta é por educação pública de boa qualidade, o ANDES-SN estará presente, defendendo maior acesso à universidade pública com garantias de permanência, mais investimentos e a revogação de medidas que precarizem a atividade docente e ponham em risco a qualidade do ensino, como os recentes decretos que criaram o REUNI, as IFET (Instituições Federais de Ensino Tecnológico) e o professor-equivalente, entre outras medidas”, afirma Paulo Rizzo, Presidente do Sindicato Nacional. A programação da semana é bastante variada, pois cada local tem sua própria agenda. Cada estado vai promover debates, aulas públicas, atos públicos e ocupações. O principal ponto da Jornada será uma passeata unificada dos movimentos sociais em torno da pauta da educação, no dia 22, que acontecerá simultaneamente em todo o país. Em São Paulo, o grande ato deverá ser no dia 24 (sexta-feira) devido à mobilização dos professores da rede pública, marcada para esse dia. Para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), uma das entidades coordenadoras da jornada, lutar pelo direito à educação e por uma educação pública de qualidade é trabalhar pela construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Mas para isso é preciso mudar a lógica mercantilista que se abalou sobre a educação e lutar para que o Estado retome seu papel de provedor dos direitos sociais, garantindo educação pública e qualidade para todos. Na defesa da universalização do acesso à educação básica, o MST tem como bandeira histórica a alfabetização. O Movimento vem colocando essa bandeira em prática com a Campanha Todos e Todas Sem Terra Estudando, cujo objetivo é construir territórios livres do analfabetismo. Pela democratização do conhecimento, o MST iniciou neste mês de agosto a Campanha Nacional de Solidariedade às Bibliotecas do MST, cuja meta é recolher livros para as bibliotecas de assentamentos e acampamentos espalhados pelo Brasil e para os centros de formação nos estados. Além de mais investimentos no setor, qualidade no ensino e democratização do acesso, a Jornada também reivindica um sistema nacional de educação que impeça a fragmentação entre os diversos níveis e garanta a obrigatoriedade no ensino médio publico; piso salarial nacional para os trabalhadores da educação calculado pelo DIEESE para a jornada de 20 horas; imediata implantação do ensino de história da África em todos os níveis educacionais, entre outros. Eixos da Jornada Nacional 1.
Pela erradicação do analfabetismo; Entidades e movimentos organizadores: MST, Via Campesina, UNE, UBES, ANDES-SN, Conlute, CMP, CMS, CONLUTAS, CONSULTA POPULAR, CONTRAPONTO, CPT, ABONG, CÍRCULO PALMARINO, DCE/PUC-PR, DCE/UFBA, DCE/UFPR, DCE/UFSE, DCE/UNIBRASIL, DCE/Unicam, DCE USP, Educafro, Denem, Enecos, ENEF, ENEFAR, Enen/ Nutrição, Exneto/ Terapia Ocupacional, , FEAB, FEMEH, GAVIÕES DA FIEL, INTERSINDICAL, JULI-RP, LEVANTE POPULAR, MAB, MAIS-PT, MARCHA MUNDIAL DE MULHERES, MCL, MMC, MMM, MOVIMENTO CORRENTEZA, MOVIMENTO MUDANÇA, MPA, MSU, PJR, REPED, ROMPER O DIA, UJC, UJR, UJS, UEE, UEE-SP. |