Vida
líquida
Zygmunt Bauman
Jorge Zahar Editor
Um
compêndio dos efeitos que a atual estrutura social e econômica,
com base no que é descartável e efêmero, gera
na vida, seja no amor, nos relacionamentos profissionais e afetivos,
na segurança pessoal e coletiva, no consumo material e
espiritual, no conforto humano e no próprio sentido da
existência. Em Vida líquida, Zygmunt Bauman volta
ao tema da fluidez da existência contemporânea desenvolvido
também em outras obras de sucesso do autor - como Amor
líquido e Modernidade líquida. Segundo o sociólogo,
que já vendeu mais de 80 mil exemplares no Brasil, a precificação
generalizada da vida social e a destruição criativa
própria do capitalismo suscita uma condição
humana na qual predominam o desapego, a versatilidade em meio
à incerteza e a vanguarda constante do eterno recomeço.
Eles
eram muitos cavalos
Luiz Ruffato
Boitempo Editorial 2001
Em
seu primeiro romance, Luiz Ruffato busca desvendar São
Paulo. Não apenas a metrópole com seus engarrafamentos,
seus parques, ou o dinheiro correndo por entre os conglomerados
econômicos. Ruffato decifra a cidade que está estampada
todos os dias, minutos e segundos em nossa frente. Uma cidade
rasgada pela diversidade humana, mosaico composto por gente de
todos os lados do Brasil e de todas as classes sociais existentes
e inexistentes. Um olho mágico bastante revelador do grande
rebanho anônimo que vive desgarrada e desesperadamente em
São Paulo. Do qual ninguém mais sabe nome, pelagem
ou origem. (Resumo do texto de Fanny Abramovich para a orelha
do livro)
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