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  Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ANDES-SN


Data: 28/11/2018

Sindicato cobra MEC por mais docentes na Unila

A falta de docentes na Universidade Federal da Integração Latino Americana foi pauta de negociação entre o ministério da Educação e representantes do ANDES-SN e da Sesunila Seção Sindical.  A reunião aconteceu na manhã de terça-feira (27).

Pela direção do ANDES-SN participaram Erlando Rêses (3º tesoureiro) e Rodrigo Medina (1º vice-presidente da regional São Paulo). Representando a Sesunila estava Andréia Moassab, presidenta da Seção Sindical. Pelo MEC participaram Mauro Luiz Rabelo, da diretoria de desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior, Webster Spieguel, coordenador-geral de Recursos Humanos, Janaína Thaines, do MEC. Também participaram do encontro o atual reitor pro-tempore da universidade e o reitor eleito da universidade: Gustavo Vieira e Gleisson Brito, respectivamente.

Os sindicalistas e a sindicalista cobraram do MEC a liberação completa das vagas pactuadas em 2010 para docentes na UNILA. Atualmente, segundo Adriana, faltam 180 docentes na universidade. Ela explica que essa situação tem exigido muito dos professores e professoras para que o tripé ensino, pesquisa e extensão seja mantido. Há cursos, por exemplo, que contam com apenas três docentes.

“Temos feito um esforço imensurável para conseguir levar adiante o projeto da Unila”, diz Andréia que leciona no curso de arquitetura. Ela destaca que a falta de docentes precariza as condições de trabalho e intensifica o ritmo laboral. Além disso, a Unila tem uma peculiaridade, é a única universidade bilíngue do país, com cerca de 50 docentes dedicados/as exclusivamente ao ensino de línguas.

O MEC reconhece estar em dívida com as universidades. O Diretor de desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior, Mauro Luiz Rabelo, entretanto, disse que é preciso esperar. O atual governo está no fim e a lei orçamentária, em debate. Segundo ele, só a partir de 2019 se poderá pensar na liberação das vagas pactuadas. O ANDES-SN e a Sesulina S. S. seguirão cobrando.

 


Fonte: ANDES-SN


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